Sábado, 22 de Janeiro de 2005
Poema LXVI - Pablo Neruda
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.



Não te quero senão porque te quero


e de querer-te a não querer-te chego


e de esperar-te quando não te espero


passa meu coração do frio ao fogo.


.


Te quero só porque a ti te quero,


te odeio sem fim, e odiando-te te rogo,


e a medida de meu amor viageiro


é não ver-te e amar-te como um cego.


.


Talvez consumirá a luz de janeiro,


seu raio cruel, meu coração inteiro,


roubando-me a chave do sossego.


.


Nesta história só eu morro


e morrerei de amor porque te quero,


porque te quero, amor, a sangue e fogo.




publicado por Lumife às 00:57
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2 comentários:
De Anónimo a 24 de Janeiro de 2005 às 14:31
Lu meu querido...uma maravilhosa semana pra ti cheio de ternura e amor...mil beijos no teu imenso coração...te cuida...Lisa
(http://cantinhoazulceleste1.weblogger.com.br)
(mailto:azulceleste_2004@yahoo.com.br)


De Anónimo a 23 de Janeiro de 2005 às 16:13
olá vim te visitar e tive 1 surpresa agradavel...obrigada por publicares a rosa.
bjos e espero encontrar-te um dia deste lá na sala.ana
(http://www.versusediversus.blogs.pt)
(mailto:one_anne@hotmail.com)


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